O ponto de partida é a pessoa, não o ambiente e não a luminária. Antes de saber que casa é essa, é preciso saber quem vive nela.
Na planta
Representação elétrica ponto a ponto
O padrão do mercado é desenhar um traço e escrever “driver dimerizável para automação”. Aqui a planta traz fio preto e vermelho, indica se o circuito é série ou paralelo e qualifica o driver: 100 W, dimerizável, TRIAC. O eletricista da obra recebe o que precisa para executar sem interpretar.
Isso é possível porque a empresa tem engenharia elétrica dentro de casa, não apenas luminotécnica.
Antes da obra
A luz materializada em 3D
Apresentar iluminação por foto de referência gerava um descompasso caro: o que o cliente aprovava na imagem não era o que ele queria dentro da própria casa, e a obra pagava a conta em retrabalho.
O cálculo luminotécnico tridimensional resolveu isso. A luz é analisada nos três eixos, porque se comporta como onda: incide na parede e volta, bate na mesa e retorna ao ambiente. Nenhuma peça se avalia sozinha. Hoje o cliente vê o próprio espaço renderizado, camada por camada, com cerca de 99% de assertividade entre o que foi apresentado e o que a obra entrega.
Controle
Automação compatibilizada no projeto
Três perguntas abrem esse capítulo: vai ter automação, em quais áreas e sob qual protocolo. TRIAC, 0–10 V e DALI atendem a necessidades diferentes, e o DALI segue subaproveitado no Brasil por desconhecimento.
A We Light projeta iluminação e incorpora o controle dela ao desenho, de modo que a integração chegue resolvida na obra.
Iluminação integrativa
A luz que o corpo lê
Um ambiente luminoso se define pela qualidade das relações que estabelece entre espaço, tempo, organismo e experiência — não pela quantidade de luz instalada.
Por isso o projeto considera os efeitos biológicos, emocionais e visuais, e analisa dois sistemas: o visual, no plano horizontal, e o não visual, no plano vertical, que é a luz que efetivamente chega aos olhos.