We Light

Quatro perguntas, sempre nesta ordem.

O ponto de partida é a pessoa, não o ambiente e não a luminária. Antes de saber que casa é essa, é preciso saber quem vive nela.

  1. 01

    Para quem iluminar?

    Quem vive ou trabalha no espaço, a faixa etária, os hábitos, como cada ambiente é usado no dia. O ponto de partida é a pessoa, e dela sai o checklist que orienta todo o resto.

  2. 02

    O que iluminar?

    A tipologia do espaço: residência, corporativo, comércio, hotelaria ou área externa. Cada uma tem exigências próprias de conforto, permanência e manutenção.

  3. 03

    Como iluminar?

    As técnicas. Luz direta, indireta, difusa ou pontual; ângulos de abertura; o efeito pretendido em cada superfície.

  4. 04

    Com o que iluminar?

    O produto, e só agora. Ele é escolhido para responder às três perguntas anteriores, e por isso vem depois delas.

Na planta

Representação elétrica ponto a ponto

O padrão do mercado é desenhar um traço e escrever “driver dimerizável para automação”. Aqui a planta traz fio preto e vermelho, indica se o circuito é série ou paralelo e qualifica o driver: 100 W, dimerizável, TRIAC. O eletricista da obra recebe o que precisa para executar sem interpretar.

Isso é possível porque a empresa tem engenharia elétrica dentro de casa, não apenas luminotécnica.

Antes da obra

A luz materializada em 3D

Apresentar iluminação por foto de referência gerava um descompasso caro: o que o cliente aprovava na imagem não era o que ele queria dentro da própria casa, e a obra pagava a conta em retrabalho.

O cálculo luminotécnico tridimensional resolveu isso. A luz é analisada nos três eixos, porque se comporta como onda: incide na parede e volta, bate na mesa e retorna ao ambiente. Nenhuma peça se avalia sozinha. Hoje o cliente vê o próprio espaço renderizado, camada por camada, com cerca de 99% de assertividade entre o que foi apresentado e o que a obra entrega.

Controle

Automação compatibilizada no projeto

Três perguntas abrem esse capítulo: vai ter automação, em quais áreas e sob qual protocolo. TRIAC, 0–10 V e DALI atendem a necessidades diferentes, e o DALI segue subaproveitado no Brasil por desconhecimento.

A We Light projeta iluminação e incorpora o controle dela ao desenho, de modo que a integração chegue resolvida na obra.

Iluminação integrativa

A luz que o corpo lê

Um ambiente luminoso se define pela qualidade das relações que estabelece entre espaço, tempo, organismo e experiência — não pela quantidade de luz instalada.

Por isso o projeto considera os efeitos biológicos, emocionais e visuais, e analisa dois sistemas: o visual, no plano horizontal, e o não visual, no plano vertical, que é a luz que efetivamente chega aos olhos.

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